Todas as coisas possuem fases, excelentes, boas, ruins, breves, longas e contínuas.
Entre caminhos e avanços, nós nos desviamos às logincuas caminhadas ao futuro.
As excelentes deixam sabores adocicados e breves.
As boas deixam sorrisos bobos e continuos.
As ruins marcam com traços absurdamente longos.
Pois em tudo que há e em nada que se adequa às necessidades.
Em nada que quis dizer e em tudo que pensei.
Um ontem, dois hoje e ao infinito oara sempre.
Tudo o que hoje temos é fruto das rupturas da dignidade de alguns, do sangue derramado de inocentes e doa picos de egocentrismo de outros.
De nada adianta as lições de moral tiradas de tantos humanistas, não adianta nenhuma das idéias de repartição de recursos e dos investimentos feitos. Estamos fardados a fracassar.
Em um sistema capitalista que o bem sucedido é aquele de bom capital e não o com boa reputação. Onde a visão de futuro é sempre ser cercado de dinheiro. Os valores ensinados em tantos lugares se é jogado fora. E quando há campanhas de doação de alimentos, você sempre doua um quilo.
Na roda social em que vivemos, o pobre esta condenado a fazer o rico ficar mais rico e a sorrir com o aumento do seu salário que vem junto com o aumento do preço para se viver dignamente.
Se há fracasso em tudo que pensamos, não haveria solução alguma para este problema. Apenas há formas de amenizar a questão. Ao invés de guardar milhões em contas bancárias que geram outros milhões, poderia-se investir em uma adoção, em um centro de ajuda e tantas outras formas que não gastaria 5% do capital de muitos, mas mudaria a vida de muitas pessoas.
Mas estamos bitolados a ganhar e gastar com nossas próprias vontades, para sempre.
A cada dia que passa eu me orgulho mais em ser exatamente o que sou, nunca precisei comprar nenhum afeto, nem tão pouco prometer algo por alguma amizade. É verdade que tenho poucos amigos e poucos com quem contar, mas também e verdade que não preciso de ninguém mais.
Tudo o que sonho, tudo que posso conquistar e que estão em meu projeto, antes mesmo de buscar para minha glória e para provar a alguns, eu, sem receio algum, devo oferecer a todos que me tem com algum tipo de orgulho, confiança e credibilidade.
Devo tudo a todos estes.
Em seus pequenos gestos,
Em sua nobre admiração,
Em tudo que de mais simples há,
Acabastes por inundar meu coração.
E como se não houvesse mais nada,
Como se nada mais importasse,
O temor partiu em retirada.
E a cada dia minha certeza se enche de alegria,
Mesmo não havendo nada de diferencial,
Meus dias aos seus olhos se enchem de magia.
E ja não preciso dizer, expressar ou consentir,
Tudo aquilo que desejo te dizer tu passas a sentir.
E tudo isso tende a ficar mais belo, a progredir,
Pois não importa o que aconteça, eu não deixarei parar por aqui.
Nem tudo que se tem pode ser capaz de comprar sua própria alma;
Nem mesmo aquilo que todos desejam;
Nem mesmo a fórmula inovadora para viver para sempre;
Suas manchas já estragulam suas próprias visões, suas sensações desastrosas e sua falsa esperança.
Sua boca já não transmite uma palavra de prestígio e nem ao menos um pedido de perdão.
Como poderia denotar sua ausência se quando presente apenas transmite trevas no olhar?
Em suas mãos estão suas próprias vontades e suas pequenas convicções de ter e receber.
Sua cabeça apenas consegue pensar em uma saída, para seu melhor e a derrota de todos outros. Afinal, não é para isso que vivemos? Para vencer sem olhar para os lados?
E porque se importaria com os vértices que se cruzam no seu ego?
Sua visão superficial sobre o mundo apenas reflete sua própria imagem, como algo santo em um altar, sem ninguém para cultuar, apenas a quem pagas, a quem gostaria de apenas ter.
E se ter fosse tão mais importante do que ser, talvez não precisarias se preocupar em receber o mínimo de atenção, pois te cultuariam como um ser solene.
Pois é dando graças que acredito que isso nunca aconteceria.
Pois o tempo derrota os vitoriosos e exalta aqueles que foram derrotados.
Ser diferente do que se possa imaginar,
Regar a cada dia um sonho disperso do que acrediram;
Tudo aqui é tão igual, são as mesmas retóricas.
E se a cada laço se encaminhasse para sua própria quebra?
E se a cada estrada houvesse uma única mão para o mesmo lugar?
Pois seríamos as mesmas mentes perversas de sempre,
Essas que hoje pensam apenas em seus próprios narizes.
E de nada adianta sistematizar todas as forças,
Já estão marcadas a se dispersar a cada dia mais,
Mais rápido, até contaminar a maioria e matar a outra parte.
Tudo já foi marcado a fracassar, a apodrecer em seus próprios corpos.
Enquanto há um suspiro de alma, um pedaço de bondade, se pode zelar pelos princípios bons.
É como apenas dizer, deixar as palavras escaparem por seus lábios ou se transferirem por seus dedos, tão fácil e solene.
E apenas se deixar levar, para poucos serem palavras sem significância, com valor para outros.
São apenas palavras fodidas, sem valor, na maioria dos casos.
