
Sem vazio
Sem escrúpulo
Sem poder
Sem ter
sem cem
Sem nada
Na escuridão
Sem saber se virá ou não
O escuro do estudo
O castelo de ilusão
Coisas que acabam com a percepção
Intuitos que perdem a razão
A beira do abismo da escuridão
No ar com as mãos amarradas
A mulher que não tem nada.
00:33
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1 comentários:
Amei muito mesmo esse teu poema Matheus... Parabéns!
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